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*Cuba
anuncia brigada médica médica
internacional
Redacción,
21 de setembro
2005
“Formaremos
profissionais dispostos a lutarem contra a morte, demonstraremos
que há resposta a muitas das tragédias do planeta,
que o mundo pode e deve ser melhor; demonstraremos o valor da
consciência e da ética e ofereceremos vidas”,
salientou o presidente Fidel Castro durante o Ato de Formatura
Nacional dos 1.905 médicos formados no ano letivo
2004-2005, ocasião em que foi constituído o
Contingente Internacional de Médicos Especializados em
Situações de Desastre e Graves Epidemias ‘Henry
Reeve’.
O
líder da Revolução anunciou que este
contingente será integrado pela brigada médica do
mesmo nome - da qual fazem parte 1.586 sanitaristas - constituída
em 4 de setembro passado para apoiar os danificados após a
catástrofe do furacão Katrina, nos Estados Unidos,
por
200 voluntários dos atuais formandos médicos, 200
graduados do ano letivo 2003-2004, e por 600 alunos do sexto ano e
800 do quinto do atual ano letivo, 2005-2006.
Os milhares
especialistas de Medicina Geral Integral e licenciados em
Enfermagem e Tecnologia da Saúde cumprem ou já
cumpriram missões internacionalistas, segundo informou
Fidel, e são "um canteiro inesgotável"
para o contingente cujo objetivo será cooperar de imediato
com qualquer país que sofra catástrofes naturais
(como furacões e inundações) e determinadas
epidemias que constituam desastres sociais (dengue hemorrágico
e Aids, por exemplo) e ameacem exterminar nações
inteiras.
Os integrantes desta Brigada de solidariedade, a
qual também se poderão unir graduados da Escola
Latino-Americana de Medicina, serão treinados de maneira
especial com sólidos conhecimentos epidemiológicos e
de enfermidades resultantes de catástrofes e deverão
saber dois idiomas estrangeiros.
Furacão Rita
As
autoridades cubanas evacuaram mais de 58 mil pessoas nas
províncias centrais da ilha devido à ameaça
do furacão Rita, que se deslocava ontem em direção
ao litoral norte do país rumo ao sul da Flórida, nos
Estados Unidos. O Rita se transformou ontem em furacão de
categoria 1, a menor na escala Saffir-Simpson (que vai até
5), e se movimenta em direção oeste-noroeste a 24
km/h, levando rajadas de até 110 km/h e deixando intensas
chuvas.
O furacão não provocou danos graves
até agora em Cuba, mas as precavidas autoridades ordenaram
a evacuação de mais de 58 mil pessoas de áreas
de risco, segundo o último relatório da Defesa
Nacional. As retiradas aconteceram em áreas das províncias
de Ciego de Avila, Villa Clara, Sancti Spíritus, Matanzas,
La Habana e Ciudad de La Habana, que continua em fase de alerta de
furacão.
Entre o contingente estavam turistas,
estudantes e habitantes de áreas costeiras, acrescentou a
nota do órgão governamental. As autoridades
insistiram em pedir à população que mantenha
as medidas de segurança, evite andar pelas ruas e vá
para abrigos e áreas seguras em caso de inundação
ou derrubadas.
Com agências. Nova
publicada no Diário
Vermelho .
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