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Venezuela é o segundo país da América Latina a erradicar analfabetismo


Redacción 18 de outubro 2005 Impelida por um programa massivo, a Venezuela caminha atualmente na direção de tornar-se o segundo país livre do analfabetismo na América Latina, como parte da estratégia governamental de mudar o modelo sócio-econômico do país. O ministro da Educação e do Esporte, Aristóbulo Istúriz, afirmou ontem que em dois anos de Missão Robinson, cerca de 1.437.000 venezuelanos aprenderam a ler e a escrever.

Istúriz, junto com o prefeito de Caracas, Freddy Bernal, declarou domingo a capital como "território livre de analfabetismo" dias antes do presidente Hugo Chávez anunciar a erradicação desse problema no país.

O governante encabeçará no próximo 28 de outubro um ato nacional para anunciar o fim do analfabetismo na Venezuela, o que converte o país no segundo da região livre desse mal, depois de Cuba.

A iniciativa educacional aplica o método "Yo, si puedo", criado por uma professora cubana e utilizado em diversas regiões do mundo para combater esse flagelo.

Desde a sua chegada ao poder, Chávez conduziu diversos programas de educação no país. Foram desenvolvidos os programas (missões) Robinson 2, para se chegar ao sexto grau, Ribas, para o bacharelado e o Sucre, para universitários.

Essas iniciativas beneficiam milhões de venezuelanos, particularmente as pessoas com parcos recursos.

De acordo com as cifras oficiais, durante o período escolar de 2005 e 2006 mais de oito milhões de alunos deverão comparecer ao sistema regular de ensino, desses, um milhão e 375 mil pertencem ao ensino primário.

O programa educativo conduzido pelo governo venezuelano foi ampliado ainda mais no ano passado, quando foram inauguradas 800 novas escolas bolivarianas, totalizando 4,6 mil em todo o território.

Chávez afirma que esses projetos saldam uma dívida de anos com as classes mais desfavorecidas e formam parte de seu programa para mudar o modelo sócio-econômico do país.

Com informações da Prensa Latina

Nova publicada no Diário Vermelho
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