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*Vítimas do terremoto do Paquistãoem Cuba


Redacción 14 de febreiro 2006 Regressam os primeiros médicos cubanos que foram prestar ajuda solidária. Um pequeno grupo de seis meninos, duas mocinhas e seis homens, vítimas do terremoto de 8 de outubro no Paquistão, chegou em Cuba a bordo de um IL-62 da Cubana de Aviação com o objetivo de receber próteses e concluir o tratamento de reabilitação iniciado nos hospitais cubanos de campanha, localizados na região do desastre ao norte do país.

Trabalha-se também na próxima montagem de uma oficina especializada numa instalação cubana  médica de campanha em Abbottabad, que aumentará o número dos beneficiados.

Atualmente, mis de 80 pacientes se reabilitam com os meios técnicos e com ajuda de um grupo multidisciplinar integrado por ortopedistas, psicólogos, psiquiatras e fisioterapeutas.

No mesmo vôo regressaram a Cuba os primeiros 74 colaboradores do Contingente Internacional Henry Reeve que chegaram ao Paquistão oito dias depois do desastre para oferecer ajuda solidária.

Abraços, apertos de mãos, lágrimas nos olhos de muitos dos motoristas paquistaneses que debaixo da inclemência do tempo, junto com os doutores Miranda e Reemberto, se encarregaram do abastecimento dos hospitais.

Alfredo e seus especialistas em Clínica Geral, que desafiaram o perigo, mochila verde-oliva no ombro carregada de remédios, sulcaram as altas elevações de Balakot, para atender às vítimas, dois dias depois do devastador sismo. Até os militares paquistaneses da região recordam com admiração a valentia, a inteireza e o amor das mulheres de bata branca.

Regressou também Mario com sua brigada, que nos primeiros dias enfrentaram o trabalho nos hospitais militares de Rawalpindi e concluíram sua missão em Attar Shisna, onde deixaram marca de carinho e amor entre a população que recebeu seus serviços. Aí estava a doutora Miriam, que fez mais de um parto; deram seu nome a uma criança recém-nascida.

Agora Almanza, Gerardo e Amaury avançam pela escadinha. Há uns minutos, desceu pela mesma Juan Carlos e Janielka que regressaram orgulhosos de sua participação no Fórum Social Mundial na Venezuela. Todos pertencem a uma mesma equipe que também começou sua ajuda nos hospitais militares de Rawalpindi, continuando em Hattian Bala fazendo maravilhas nas cirurgias de urgência com os meios indispensáveis e concluiu elevando o nome do hospital cubano de campanha de Muzalfarabad.


Fonte: Granma Internacional.

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